(Às estranhezas de alguém de como a
reencarnação educar)
Essa que vês no borralho
Nem sempre foi esse espelho
De ternura e de conselho,
De humildade e de trabalho.
Foi perita em dar de relho,
Jogadora de baralho,
Senhora fina no malho
Da palavra em destrambelho.
Desgovernou-se no trilho
De educar o próprio filho,
Desarvorada de orgulho.
E, na miséria de molho,
Renasceu toda de escolho,
Sem ter nada além de entulho.
Nem sempre foi esse espelho
De ternura e de conselho,
De humildade e de trabalho.
Foi perita em dar de relho,
Jogadora de baralho,
Senhora fina no malho
Da palavra em destrambelho.
Desgovernou-se no trilho
De educar o próprio filho,
Desarvorada de orgulho.
E, na miséria de molho,
Renasceu toda de escolho,
Sem ter nada além de entulho.
Alfredo Nora
Médium: Gilberto Campista Guarino
Publicado no jornal Obreiros do Bem,
de janeiro de 1977
Médium: Gilberto Campista Guarino
Publicado no jornal Obreiros do Bem,
de janeiro de 1977

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